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Prevenção de perdas: acompanhe os indicadores certos

Monitorar de perto a performance do produto no PDV é essencial para a prevenção de perdas. Afinal de contas, evitar o problema é bem menos oneroso para as empresas do que ter que correr atrás do prejuízo depois.

De acordo com o 17º Estudo Nacional sobre Prevenção de Perdas nos Supermercados, realizado pela Abras e publicado em 2017, o índice de perdas do setor chegou a R$ 7,11 bilhões em 2016. As seções com maiores índices de perdas foram produtos perecíveis (6,09%), padaria/confeitaria (4,70%), rotisseria (3,99%), peixaria (3,26%) e carnes (3,07%).

Ainda de acordo com a pesquisa, entre as principais causas de perdas estão quebra operacional (29%), furto externo (18%), erros de inventário (15%), erros administrativos (9%), furto interno (8%) e falhas dos fornecedores (8%).

Portanto, seja por motivos de avaria, furtos, roubos ou ruptura, entender a causa das perdas faz com que a solução seja definida de maneira mais assertiva e estratégica, de forma que o problema não se repita e não comprometa o faturamento da empresa nem o relacionamento da marca com o consumidor.

 

Tecnologia a serviço da prevenção de perdas

Para fazer a prevenção de perdas de forma mais eficiente, o monitoramento dos dados do varejo é fundamental.

Esse acompanhamento de indicadores é feito com base nos dados de estoque e vendas que chegam dos varejos diariamente.

A equipe de inteligência fica então encarregada de analisar as informações e encaminhar os relatórios para que os gestores entendam o cenário e desenvolvam ações para combater as perdas.

É importante ressaltar que a prevenção de perdas se torna muito mais rápida e bem-sucedida quando a equipe de inteligência conta com ferramentas apropriadas.

Diante de tantos dados que chegam diariamente, a falta de tecnologia torna as análises morosas e aumenta o risco de perda de informações e erros de compilação.

E é justamente a demora na tomada de decisões ou os erros de interpretação que tornam os problemas com as perdas ainda maiores, causado grandes prejuízos à empresa, ao PDV e ao consumidor.

Cientes disso, muitas empresas têm olhado para as soluções tecnológicas de uma maneira mais estratégica. A granularidade e acuracidade dos dados se tornam muito maiores com a automação, sem contar a agilidade na hora de receber e transformar os dados em painéis de fácil entendimento.

Dessa forma, as equipes de inteligência podem desenvolver com maestria sua capacidade analítica, oferecendo aos demais profissionais envolvidos no processo de trade o embasamento necessário para tomar as ações certas.

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